O SÁBADO DA ALELUIA E A TRADICIONAL CHOCALHADA
oooo
SE NADA MAIS SOUBERES AO MENOS
CONHECE A HISTÓRIA DA TUA TERRA
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Tradicional Chocalhada
Barbacena: dos tempos áureos aos dias de hoje
BARBACENA
DOS TEMPOS ÁUREOS, AO DIAS DE HOJE
DOS TEMPOS ÁUREOS, AO DIAS DE HOJE
A história de Barbacena, passa de
certo modo, ao lado da história geral do concelho de Elvas. Não se deve ignorar
o legado histórico de Barbacena, que desde a nobre Vila, com pergaminhos junto
da Coroa Real Portuguesa, não é hoje, mais, que uma pequena Vila, com estatuto
igual a tantas aldeias, do heroico Alentejo. De facto, desde o século XIII, que
esta terra, se afirmou como uma Vila de matriz aristocrática, uma vez, que
desde a sua fundação, a nobreza da Corte, ou os homens ricos da terra, vinham
sendo, os grandes senhores de Barbacena, nela exercendo a sua hegemonia, sobre
a plebe.
Alguns documentos arquivados no
Arquivo Geral da Torre do Tombo, dão-nos conta, da importância que Barbacena
tinha, junto da corte, naqueles tempos; assim, se refere na carta de doação a
Esteve Annes (1251) um documento, onde o poder régio, lhe confere a capacidade
de governo próprio, e fora do contexto e influência do poder do Rei. A carta
foral de 1289, confirma aquela doação de terra rica de pão, azeite, linho e
fruta.
Um Filho da Terra Distinguido
UM FILHO DA TERRA, QUE SE DISTINGUE
Confesso, que tenho seguido a sua carreira, embora muito
discretamente, e dele, tenho tentado saber, junto dos poucos familiares
directos, que por lá residem na terra, que nos serviu de berço; todavia, confesso,
que foi com alguma surpresa, que ontem ao fim do dia, fui alertado, por um,
também ele, filho de Barbacena, a residir na zona ribeirinha de Lisboa, o
Manuel Fanico Pernas, de que no passado Domingo dia 24, do corrente mês,
durante a Gala da entrega dos Prémios Sophia 2019
Há lendas, Que São Diferentes de Outras Lendas
HÁ LENDAS, QUE SÃO DIFERENTES, DE OUTRAS QUE CONHECEMOS.
Faço este curto comentário, para dizer que há bem pouco tempo, desfolhando um dos livros da colecção “Lendas de Portugal”, que “jaz”numa pequena biblioteca que tenho, deparei com uma, que logicamente, despertou a minha natural atenção, porque, segundo o narrador, a acção nela descrita, ocorreu durante o reinado de D.Sancho II, em 1223, durante a Reconquista Cristã da Península Ibérica, até então, dominada pelos Sarracenos (Moiros), e sem qualquer, laivo de dúvida ou exitação, por parte do contador, a mesma terá acontecido, num dos locais de peleja, entre Cristãos e Moiros, que já na época, se chamava Barvacena, com um “V” em lugar do “B”, como aliás, uma lápide incrustada na frontaria da igreja Matriz, daquela Vila, o atesta.
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