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 SE NADA MAIS SOUBERES AO MENOS
CONHECE A HISTÓRIA DA TUA TERRA


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Tradicional Chocalhada

O SÁBADO DA ALELUIA E A TRADICIONAL CHOCALHADA



ViewImage6Ensinaram-me, durante aqueles quatro anos de catequese, que frequentei, enquanto aluno da escola primária, lá pela minha terra de origem, que o sábado que antecede o Domingo de Páscoa é chamado de Sábado da Aleluia. Naquele tempo, inexplicavelmente, festejavam-se as aleluias, ou seja a ressurreição de Jesus, no sábado, como se o Mestre tivesse ressuscitado nesse dia. Mais tarde, em 1962, com a realização do Concílio Vaticano II, a Igreja mudou substancialmente, alguns dos seus dogmas e procedimentos, e, tudo se alterou.

Barbacena: dos tempos áureos aos dias de hoje


BARBACENA 
DOS TEMPOS ÁUREOS, AO DIAS DE HOJE

A história de Barbacena, passa de certo modo, ao lado da história geral do concelho de Elvas. Não se deve ignorar o legado histórico de Barbacena, que desde a nobre Vila, com pergaminhos junto da Coroa Real Portuguesa, não é hoje, mais, que uma pequena Vila, com estatuto igual a tantas aldeias, do heroico Alentejo. De facto, desde o século XIII, que esta terra, se afirmou como uma Vila de matriz aristocrática, uma vez, que desde a sua fundação, a nobreza da Corte, ou os homens ricos da terra, vinham sendo, os grandes senhores de Barbacena, nela exercendo a sua hegemonia, sobre a plebe.
Alguns documentos arquivados no Arquivo Geral da Torre do Tombo, dão-nos conta, da importância que Barbacena tinha, junto da corte, naqueles tempos; assim, se refere na carta de doação a Esteve Annes (1251) um documento, onde o poder régio, lhe confere a capacidade de governo próprio, e fora do contexto e influência do poder do Rei. A carta foral de 1289, confirma aquela doação de terra rica de pão, azeite, linho e fruta.

Um Filho da Terra Distinguido



UM FILHO DA TERRA, QUE SE DISTINGUE



Confesso, que tenho seguido a sua carreira, embora muito discretamente, e dele, tenho tentado saber, junto dos poucos familiares directos, que por lá residem na terra, que nos serviu de berço; todavia, confesso, que foi com alguma surpresa, que ontem ao fim do dia, fui alertado, por um, também ele, filho de Barbacena, a residir na zona ribeirinha de Lisboa, o Manuel Fanico Pernas, de que no passado Domingo dia 24, do corrente mês, durante a Gala da entrega dos Prémios Sophia 2019

Há lendas, Que São Diferentes de Outras Lendas


HÁ LENDAS, QUE SÃO DIFERENTES, DE OUTRAS QUE CONHECEMOS.


moura4Todos nós, temos uma natural tendência, para que logo que oiçamos falar em lendas, e ouvimos por acaso, contar alguma em pormenor, a classificarmos, como algo irreal, acontecimento, pouco provável de ter acontecido, devido aos factos nela narrados, que são por vezes pouco passíveis, de terem sido praticados por qualquer ser humano, tal como nós o conhecemos, nos dias que correm, ou mesmo em tempos muito remotos.
Faço este curto comentário, para dizer que há bem pouco tempo, desfolhando um dos livros da colecção “Lendas de Portugal”, que “jaz”numa pequena biblioteca que tenho, deparei com uma, que logicamente, despertou a minha natural atenção, porque, segundo o narrador, a acção nela descrita, ocorreu durante o reinado de D.Sancho II, em 1223, durante a Reconquista Cristã da Península Ibérica, até então, dominada pelos Sarracenos (Moiros), e sem qualquer, laivo de dúvida ou exitação, por parte do contador, a mesma terá acontecido, num dos locais de peleja, entre Cristãos e Moiros, que já na época, se chamava Barvacena, com um “V” em lugar do “B”, como aliás, uma lápide incrustada na frontaria da igreja Matriz, daquela Vila, o atesta.