oooo

 SE NADA MAIS SOUBERES AO MENOS
CONHECE A HISTÓRIA DA TUA TERRA


A apresentar mensagens correspondentes à consulta A noite em que Barbacena foi ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta A noite em que Barbacena foi ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens

A noite em que Barbacena foi sacudida


A NOITE, EM QUE BARBACENA, FOI SACUDIDA


O calendário assinalava uma sexta-feira dia 28 de Fevereiro de 1969, quando em plena madrugada, Barbacena, assim como todo o País, era sacudida violentamente por um fortíssimo abalo telúrico, que sobressaltou toda a população, que aquela hora avançada, da noite, dormia a sono solto.

Comemorações 500 Anos do Foral








Barbacena recria o seu Foral Novo

Nos passados dias 4,5 e 6 de Outubro, Barbacena reviveu momentos da sua história recriando, a entrega por D. Manuel do seu Foral Novo, que veio substituir o concedido por D.Afonso III em 1273, redigidos em latim, e em mau estado de conservação, tornando-se de difícil leitura e interpretação.
Pequena povoação, nem por isso as suas gentes deixaram passar esta data – antecipada -, já que o Foral foi de facto entregue 15 de Dezembro de 1519.

Auroras . . . do fim do mundo

AURORAS.....DO FIM DO MUNDO.
40231289_455579028284386_2860918994796281856_nNaquela distante noite de 25 de Janeiro de 1938, na taberna do Manuel Gaitas, ali à Rua Fria, em Barbacena, o assunto de conversa mantida pelos cinco ou seis habituais clientes, que ali se reuniam diariamente, para beber uns “tintos” e meter a conversa em dia, não eram as lavouras, a caça nem tão pouco, a mortífera Guerra Civil Espanhola, que bem perto da Vila, do outro lado da fronteira, continuava a ceifar vidas inocentes.

CONTRABANDISTAS

CONTRABANDISTAS


38805744_437701240072165_5058576291834363904_nNas décadas que antecederam a “abertura de fronteiras” dos países que aderiram e subscreveram o famigerado acordo do Espaço Schengen, procediam as populações das localidades situadas junto à raia que divide o nosso País de Espanha, um conjunto de transacções de produtos, que não sendo pecado, constituíam à luz da legislação em vigor na época, um acto ilícito, que defraudava o erário público, (finanças), e que chamava contrabando. Para tentar debelar, essa prática ilegal de comércio, criou o Estado Português, uma força de vigilância,

As (Madrinhas de Guerra)

HISTÓRIAS DE VIDA
AS (MADRINHAS DE GUERRA)
26056037_307157169793240_7913731839304797817_nAssim, eram chamadas, essas simpáticas mulheres, umas jovens, outras já nem tanto, que se encarregavam, durante a chamada Guerra Colonial, de dar conforto moral, e às vezes também material, aos soldados, na linha da frente, quase sempre, sem os conhecerem.

O Natal da Minha Terra

O NATAL DA MINHA TERRA
48087419_518498638659091_7850946139707670528_nNo tempo da minha infância e adolescência, na Noite de Natal, não se acendia, o “madeiro do Menino”, ou o “cepo do Natal”, como é chamado em algumas localidades, no Largo de Nossa Senhora do Paço, nem noutra praça ou largo da minha terra.
Nos anais da história de Barbacena, Vila do Alto Alentejo, nada consta, sobre tão antigo ritual, tão peculiar noutras terras deste País; só há cerca, de três ou quatro décadas, esse hábito, chegou a Barbacena.

Menino Jesus. O Bom Ladrão

MENINO JESUS. O BOM LADRÃO

48406887_525477154627906_7026513908676427776_nAntes de esta sociedade moderna e consumista, ter elegido um tal Pai Natal, para distribuir as prendas aos mais pequenos, nessa noite especial, que é a noite de Natal, era essa, figura terna, e carinhosa, que nos inspira a candura e a inocência, e a que o Mundo Cristão, convencionou, chamar Menino Jesus, que se encarregava de distribuir por milhões de sapatos dispostos previamente, nas chaminés dos cinco continentes, pelos destinatários, que pelo menos nessa noite sagrada, idolatravam, o generoso visitante, os brinquedos e outras lembranças que dias antes Lhe tinham pedido. Eu, próprio, bem como todos os rapazes e raparigas do meu tempo, recebemos as minguadas oferendas (os tempos eram de contenção) trazidas através das chaminés, que embora carregadas de fuligem, provocada pelo fumo da lenha verde de azinho, era o caminho que o sagrado viajante utilizava, para chegar a nossas casas.

O Rabisco

O RABISCO
43117221_483434948832127_6003127612694593536_nImpulsionado por esta vontade compulsiva, de publicar algumas histórias de vida, ocorridas, no nosso Alentejo, num período temporal, que não deixou recordações agradáveis, devido às dificuldades que eram impostas, às pessoas daquela época, não quero deixar de partilhar convosco, esta, que se passou por cá, e que se contava, quando a ocasião a isso, dava azo.-vos

Uma Heroína Sem Estátua

UMA HEROÍNA, SEM ESTÁTUA

sin-tc3adtulo-7  eeeePor ser a mais velhinha, daquela prole de muitos irmãos, coube-lhe a ela, “Joana”(nome fictício),a difícil e precoce missão, de ajudar a mãe doente, a cuidar dos irmãozinhos, mais novos, a quem carinhosamente, “Joana”, chamava de «meus meninos».
Das difíceis tarefas caseiras, e de zelar pelos irmãos, ficara ela incumbida, ainda muito jovem, desde que fora detectada a grave doença da sua progenitora.
Na ribeira que corria junto a exígua e paupérrima casa, onde a numerosa família, habitava, lavava a nossa jovem protagonista desta história verídica, a roupa de toda a família, durante os escassos lapsos de tempo, de que dispunha, quando regressava do trabalho de campo, na herdade onde o pai, exercia a actividade de vaqueiro.

Destilando Poejos

DESTILANDO POEJOS

39453993_448633095645646_1018693262526906368_nPlanta vivaz, espontânea e aquática, de aroma agradável e inconfundível, que nos Invernos e primaveras pluviosas, prolifera por todo o Alentejo, quer junto dos rios e ribeiras, ou em vales e várzeas, onde a humidade, se faça sentir.
A ciência de investigação botânica, apelida-o de “Mentha Pulegium”, e também sobre ele diz, que é digestivo, expectorante, antisséptico, que combate o efeito dos gases, no organismo humano, e por isso se diz, que é também carminativo; combate as lombrigas, e outros vermes, que se instalam nos intestinos dos mamíferos, ser humano incluído, e por tal, é denominado de vermífugo.